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observatorio74



Quarta-feira, 11.04.12

Don Giovanni - Wolfgang Amadeus Mozart - 1960





Don Giovanni (K. 527; título completo: em italiano: Il dissoluto punito, ossia il Don Giovanni, lit. O Libertino Punido, ou Don Giovanni) é uma ópera em dois atos com música do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart e libreto do autor italiano Lorenzo Da Ponte.


Sua primeira apresentação foi realizada em Praga, no Teatro di Praga, especializado em ópera italiana (atualmente chamado de Teatro dos Estamentos), em 29 de outubro de 1787.


[1] O libreto de Da Ponte foi classificado, assim como muitos outros da época, como um dramma giocoso, termo que descrevia uma obra que continha um misto de ação cômica e séria. Mozart classificou a obra em seu catálogo como uma "opera buffa"; embora por vezes seja ainda hoje em dia classificada como cômica, ela apresenta características de comédia, melodrama e até mesmo elementos sobrenaturais.


A obra, que tem um tempo de duração de aproximadamente duas horas e 45 minutos, é considerada uma das obras-primas da história das óperas. Seu tema, além de ter sido presente na obra de autores como Mozart e Da Ponte, também esteve presente em obras de outras figuras de extrema relevância na história cultural europeia, como E.T.A. Hoffmann e Søren Kierkegaard.


Na medida em que constitui uma obra pertencente aos clássicos do repertório operístico, consta como sétima posição na lista das óperas mais executadas em todo o mundo compilada pelo banco de dados online Operabase.[2] Seu tema também inspirou diversos escritores e filósofos.

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por observatorio74 às 11:26

Quarta-feira, 11.04.12

As mulheres de Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli


Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Sandro Botticelli

Alessandro di Mariano Filipepi passou à história da arte como Sandro Botticelli, opintor mais notável da segunda metade do século 15. O nome Botticelli deriva do apelido de seu irmão mais velho, Giovanni, conhecido como Il Botticello (o pequeno barril).

Sandro foi aprendiz de Andréa del Verrocchio entre 1467 e 1470, na mesma época de Leonardo da Vinci. Aos 25 anos abriu seu próprio ateliê e recebeu a encomenda de pintar "A Coragem", para uma instituição judicial florentina.

Dedicou boa parte de sua carreira às grandes famílias dessa cidade-Estado da Toscana, especialmente os Medici, para os quais pintou retratos. Entre tais obras destacam-se "Retrato de Giuliano de Médici" (1475-1476) e "A adoração dos Magos" (1476-1477), obra que o colocou definitivamente sobre a proteção dessa rica e importante família, que protagonizava a história de Florença e da Itália na época.

Em 1481, Botticelli foi chamado a Roma pelo Papa Sisto 4º. para trabalhar, junto com Ghirlandaio, Luca Signorelli, Cosimo Rosselli e Perugino, na decoração da capela Sistina, onde realizou os afrescos "As provações de Moisés, "O castigo dos Rebeldes" e a "Tentação de Cristo". Sua arte foi influenciada por artistas importantes como Fra Filippo Lippi e o pintor e gravador Antonio del Pollaiuolo. Participou dos círculos da corte de Lorenzo de Medici, recebendo a influência do neoplatonismo cristão que pretendia conciliar as idéias cristãs com as clássicas.

Pintou cenas mitológicas, como "A Primavera" (1477) e "O Nascimento da Vênus" (1483), a qual é uma das mais célebres obras do renascimento. Nessa mesmo ano, destacam-se a série de quatro quadros "Nastagio degli Onesti", recriações das histórias do "Decameron", de Boccaccio.

São freqüentes também os quadros de temática religiosa como "A Virgem escrevendo o Magnificat" (1485), "A Virgem de Granada" (1487), "A Coroação da Virgem" (1490), "Virgem com o Menino e dois Santos" (1485), "São Sebastião" (1473-1474) e um afresco sobre Santo Agostinho (1480).

Os anos que se seguiram a 1494 foram difíceis tanto para a cidade de Florença como para o pintor. Os Medici perderam o poder e o monge dominicano Girolamo Savonarola instaurou um governo republicano que criticava a corrupção da Igreja. Botticelli refletiu a tensão do período e a devoção religiosa em "Pietá" (década de 1490), "Crucificação Mística" (1497) e "Natividade Mística" (1501).

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por observatorio74 às 11:09


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